quinta-feira, 27 de agosto de 2009

DEPUTADOS ADMITEM REGALIA CATÓLICA

Câmara dos Deputados aprova estatuto que cria benefícios

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou no fim da noite desta quarta-feira, 26, o texto do PDL (Projeto de Decreto Legislativo) sobre o acordo entre Brasil e Vaticano que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no país. O plenário também aprovou o projeto de lei que regulamenta o direito constitucional de livre exercício de crença e cultos religiosos. O acordo entre Brasil e Vaticano foi assinado em 2008. O texto estabelece normas, entre outros assuntos, sobre o ensino religioso, o casamento, a imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, a prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, a garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividade pastoral. O acordo também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes. Em voto em separado contra o projeto, o deputado Regis de Oliveira (PSC-SP) apontou o que seriam inconstitucionalidades da proposta. Segundo ele, ao ser aprovado o acordo ganha status de lei ordinária, mas seu texto entraria em conflito com outras leis já existentes. Oliveira criticou, por exemplo, a determinação de que os municípios reservem espaços em seus territórios para fins religiosos. O tratado estabelece que esses espaços serão previstos "nos instrumentos de planejamento urbano a serem estabelecidos no respectivo plano diretor" - o que seria, portanto, uma interferência nas leis dos municípios. Antes de ir a plenário, o acordo já havia sido aprovado pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, com parecer favorável do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG). Liberdade religiosa A Câmara também aprovou o substitutivo do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para o Projeto de Lei 5598/09, do deputado George Hilton (PP-MG), que regulamenta o direito constitucional de livre exercício de crença e cultos religiosos. A votação foi simbólica, mas não houve consenso entre as bancadas. O PSOL encaminhou a votação contra o projeto. O PDT, PV, PR e o PSDB liberaram suas bancadas. O texto segue agora para o Senado. Data: 27/8/2009 08:24:30 Fonte: Folha Online


ASSEMBLEIA CONTRA ACORDO CATÓLICO

Silas Malafia e Jabes Alencar enviam manifesto ao governo Lula

O Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), presidida pelo pastor Jabes Alencar (à esquerda) e a Associação Vitória em Cristo, do pastor Silas Malafaia (à direita), publicaram ontem, 26, um manifesto em alguns dos grandes jornais do país, como o Estado de S. Paulo e O Globo.

Segundo o documento divulgado, o manifesto é pelo reconhecimento do es tatu to jurídico da Igreja

Católica. O principal ponto abordado foi a prioridade dada pela Câmara dos Deputados, que segundo o Cimeb, desprezou assuntos relevantes para o povo como um geral.




Confira abaixo o documento publicado no estado de São Paulo e no O Globo:


Manifesto a nação: Governo Brasileiro faz acordo com Igreja Católica em detrimento de todos os outros credos religiosos.

O governo brasileiro enviou a Câmara dos Deputados a mensagem 134/2009 que reconhece o estatuto jurídico da Igreja Católica. Após a mensagem ser apreciada em uma das comissões para qual foi enviada, seja aprovada ou não, transforma-se em projeto de decreto legislativo, recebendo o nº 1736/2009. No plenário, a Câmara, a pedido dos líderes partidários, foi aprovada a carátr de apreciação urgente, urgentíssimo.

Com muito respeito aos senhores deputados, seráque não existe, matérias mais relevantes a serem discutidas de maneira urgente em benefício de todo o povo brasileiro? Isto é um absurdo! Na verdade, este acordo beneficia a Igreja Católica na evangelização do povo brasileiro nos diversos segmentos da sociedade, incluindo hospitais, escolas e até forças armadas.

O mais grave é que este acordo contraria o inciso 1º do artigo 19 da Constituição Federal Brasileira, que diz: “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios – Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhe a funcionamento ou manter com eles os seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvadas na forma da lei, a colaboração do interesse público”.

A nossa nação não pode firmar aliança com qualquer credo religioso, ferindo a da princípio da laicidade, inclusive com a quebra da isonomia nacional! Aproximadamente 70 milhões de brasileiros, que não são católicos, estão sendo discriminados. Temos convicção de que a maioria do povo católico não concorda com um absurdo desta grandeza, porque são pessoas democráticas.

Com a aprovação desse acordo ficará a Santa Sé, por meio da CNBB, com plenas condições de fechar vários outros acordos com o governo brasileiro, sem que jamais tenham de passar pelo Congresso Nacional. É um verdadeiro “cheque em branco’ para a Igreja Católica. Isso é uma vergonha!

Senhores Deputados,não aprovem este acordo. Fiquem certos de que não mediremos esforços para informar a todos os credos religiosos quem são os deputados que votaram a favor deste acordo discriminatório.

Estendemos o eco da voz deste manifesto ao Senado da República, próxima casa legislativa que terá de apreciar o resultado apurada pela Câmara dos Deputados.

Tenham absoluta certeza que não temos memória curta e que vamos pensar muito bem em quem vamos votar nas próximas eleições para deputado, senador e presidente da república.

Em favor do Estado Laico, diga não ao PDC 1736/2009

Assinado: Associação Vitória em Cristo

Cimeb- Conselho Interdenaminacional de Pastores do Brasil



fonte: Redação Creio (www.creio.com.br)



CATÓLICOS SÃO CONTRA ACORDO

Pesquisa aponta 75% dos católicos contrários a acordo com Vaticano

Pesquisa do instituto Ibope feita a pedido da organização não governamental Católicas pelo Direito de Decidir aponta que 75% dos católicos entrevistados discordam ou pelo menos têm restrições a um acordo fechado com apenas uma religião. O levantamento foi realizado para tratar do acordo bilateral assinado entre o governo brasileiro e o Vaticano, que agora tramita no Congresso.

Aprovada na semana passada pela Comissão de Relações Exteriores da Câmara, a proposta tem 20 artigos que criam um estatuto jurídico e dão direitos à Igreja Católica no Brasil. Entre outros pontos regulamenta a forma do ensino religioso nas escolas públicas, prevê que o casamento oficiado pela igreja, caso siga também as exigências do direito civil, tenha valor jurídico e estabelece que o Estado brasileiro vai ajudar a preservar os bens móveis e imóveis, como igrejas e obras de arte

A pesquisa do Ibope, no entanto, mostra que a proposta de dar privilégios a uma única religião desagrada à maior parte dos entrevistados, mesmo aqueles que poderiam, em tese, ter seu credo beneficiado. Entre os católicos, 44% acreditam que um acordo bilateral não deveria existir porque o Estado brasileiro não tem religião oficial. Outros 31% acham que aprovar um acordo desse tipo desrespeita as demais religiões.

O porcentual sobe quando as perguntas são feitas a pessoas de outra fé, como os evangélicos. Mas é maior ainda entre aqueles que se dizem agnósticos, ateus ou de religiões com menos expressão no Brasil, como espíritas e budistas. Entre esses, 82% reprovam o acordo.

"É um acordo totalmente inadequado e absolutamente na contramão do processo histórico. A cultura brasileira é de enorme tolerância religiosa. Dar privilégios a uma única religião vai contra a Constituição", diz Maria José Rosado, coordenadora da ONG Católicas pelo Direito de Decidir.

Para a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), não há privilégios no acordo - a não ser pelo fato de que a religião católica é um Estado e, como tal, pode assinar um acordo bilateral com o governo brasileiro, o que não acontece com outras religiões. "A concessão de privilégios é uma mentira. Tudo o que está no acordo está na legislação brasileira. Se não agrada, então é preciso mudar a lei", diz dom Orani João Tempesta, presidente da comissão episcopal pastoral de educação, comunicação e cultura e arcebispo do Rio.

Já o Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), que divulgou nesta terça-feira, 25, uma nota na imprensa, vê o acordo como discriminação às outras religiões. "O Estado é laico, não pode privilegiar ninguém. Eu não quero privilégios para os evangélicos, mas não pode um Estado teocrático fazer um acordo desses com um Estado democrático", afirma o pastor Silas Malafaia, vice-presidente do Cimeb.

O texto terá de passar pelas comissões de Educação, Trabalho e Constituição e Justiça, antes de ir ao plenário. Depois, o mesmo processo se repete no Senado.

Data: 27/8/2009 08:00:00
Fonte: Bem Paraná


segunda-feira, 24 de agosto de 2009

***Se Alguém Não Nascer De Novo....***

(João. 3:3) - Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.

Todo ano, no Museu Metropolitano de Arte em Nova Iorque, é exibido uma pintura do século Dezoito, mostrando a cena do nascimento de Cristo.

Ela é tradicional em todos os sentidos, exceto um.

Atrás do berço, bem distante, nós vemos as ruínas das poderosas colunas romanas.

O artista conhecia o significado da manjedoura de Belém.

O nascimento da nova era de Deus significa a morte do velho mundo do homem.

O que devemos fazer para ter uma vida cheia de alegria e felicidades?

Como obter as bênçãos que tanto almejamos?

Como podemos ter os sonhos realizados?

Como encontrar o caminho para as mansões celestiais e a vida eterna com Deus?

O primeiro
passo a tomar é deixar para trás a velha natureza carnal e os prazeres enganosos deste mundo em que vivemos.

Abrir o coração para o Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador, e pedir a Ele que nos encha de Seu Espírito e que nos dirija pelo caminho que conduz ao Pai.

Nascer de novo significa morrer para o pecado e nascer para uma vida santa com Deus.

Isso não quer dizer que nunca mais pecaremos, mas que entregamos a vida no altar do Senhor e que confiamos nEle para nos perdoar os pecados e nos fazer viver de maneira santa e agradável a Ele.


Ser santo é não ter prazer no pecado, é procurar evitá-lo ao máximo.

É colocar os olhos diretamente em Cristo e procurar glorificá-lo em todas as atitudes.

Quando deixamos para trás a velha natureza, passamos a viver melhor, a sorrir mais, a amar ao próximo, a confiar que tudo é possível para Deus, a abandonar as murmurações e cantar
mesmo sob crises, é viver abundantemente em todas as circunstâncias.


Pergunta:
Você já nasceu de novo?


fonte: José Carlos Solrac

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A Estratégia Mundial de Satanás!

A Estratégia Mundial de Satanás

Deus entregou à humanidade o domínio sobre a terra e estabeleceu a teocracia como a forma de governo original deste mundo (Gn 1.26-29). Numa teocracia, o governo divino é administrado por um representante. Deus designou o primeiro homem, Adão, para ser Seu representante. Adão recebeu a responsabilidade de administrar o governo de Deus sobre a parte terrena do Reino universal de Deus.

Pouco tempo depois de ter dado esse poder ao homem, Satanás induziu Adão e Eva a se aliarem a ele em sua revolta contra Deus (Gn 3.1-13). Como resultado, a humanidade afastou-se de Deus e a teocracia desapareceu da face da terra. Além disso, com a queda de Adão, Satanás usurpou de Deus o governo do sistema mundial. A partir de então, ele e suas forças malignas passaram a governar o mundo. Conforme veremos a seguir, muitos fatores revelam essa terrível transição.

O reinado de Satanás sobre o mundo tem ocorrido de forma invisível, incentivando o surgimento de cosmovisões e filosofias contrárias à verdadeira realidade.

A Negação da Revelação Divina

O diabo tinha autoridade para oferecer o domínio sobre o sistema do mundo a quem ele quisesse, inclusive a Jesus Cristo, pois essa autoridade lhe tinha sido entregue por Adão (veja Lc 4.5-6). Foi por isso que Jesus chamou Satanás de “príncipe [literalmente, governador] do mundo” (Jo 14.30). João disse que o mundo inteiro jaz no maligno (1 Jo 5.19) e Tiago declara que todo aquele que é amigo do atual sistema mundano é inimigo de Deus (Tg 4.4).

Até este ponto de nossa história, o reinado de Satanás sobre o mundo tem ocorrido de forma invisível. Trata-se de um domínio espiritual que incentiva o surgimento de cosmovisões e filosofias contrárias à verdadeira realidade. As Escrituras nos ensinam que, no futuro, Satanás irá tentar converter esse domínio espiritual e invisível em um reino político, visível e permanente – dominando o mundo inteiro. Para alcançar seu objetivo, Satanás precisa induzir a humanidade a buscar a unificação sob um governo mundial. Ele também tem de condicionar o mundo a aceitar um governante político supremo que terá poderes únicos e fará grandes declarações a respeito de si mesmo.

Utilizando-se da tendência secular e humanista da Renascença e de algumas ênfases propagadas pelo Iluminismo, o diabo conseguiu minar a fé bíblica de porções importantes do protestantismo e também determinadas crenças do catolicismo romano e da Igreja Ortodoxa. O resultado foi que, no final do século XIX e no início do século XX, o mundo começou a ouvir que a humanidade nunca havia recebido a revelação divina da verdade.

No entanto, o único modo pelo qual a existência de Deus, Sua natureza, idéias, modos de agir, ações e relacionamento com o Universo, com a Terra e com a humanidade podem ser conhecidos é através da revelação divina da verdade. Por isso, a negação dessa revelação fez com que durante o século XX muitas pessoas concluíssem que o Deus pessoal, soberano e criador descrito na Bíblia não existe; ou, se existe, que Ele é irrelevante para o mundo e para a humanidade.

Essa negação da revelação divina da verdade resultou em mudanças dramáticas, que tiveram graves conseqüências na sociedade e no mundo. Em primeiro lugar, ela levou muitas pessoas ao desespero. Deus criou os seres humanos com a necessidade de terem um relacionamento pessoal com Ele, para conhecerem o sentido e propósito supremos desta vida. A declaração de que Deus não existe ou é irrelevante provocou um vazio espiritual dentro das pessoas. Esse vazio levou ao desespero e à extinção da perspectiva de alcançar o sentido e propósito supremos desta vida. Satanás, então, ofereceu a bruxaria, o espiritismo, o satanismo, outras formas de ocultismo, a astrologia, o misticismo oriental, os conceitos da Nova Era, as drogas, algumas formas de música e outros substitutos demoníacos para preencher esse vazio e fazer com que as pessoas sejam influenciadas por ele.

A declaração de que Deus não existe ou é irrelevante provocou um vazio espiritual dentro das pessoas.

A Negação dos Absolutos Morais

A negação da revelação divina da verdade resultou também na negação dos absolutos morais. O argumento mais usado é: se os padrões morais não foram revelados por um Deus soberano que determinou que os indivíduos são responsáveis por suas ações, então os absolutos morais tradicionalmente aceitos foram criados pela humanidade. Assim sendo, uma vez que a humanidade é a fonte desses absolutos, ela tem o direito de rejeitar, mudar ou ignorá-los.

O resultado dessa racionalização falaciosa é que a sociedade acabou testemunhando uma tremenda decadência moral. Ela passou a rejeitar a idéia de que apenas as relações heterossexuais e conjugais são moralmente corretas, passando a desprezar e ameaçar cada vez mais os que defendem essa idéia. Movimentos estão surgindo em todo o mundo para redefinir legalmente o conceito de matrimônio e para forçar a sociedade a aceitar essa nova idéia, a abolir ou reestruturar a família e proteger a propagação da pornografia.

O assassinato de seres humanos parcialmente formados (aborto) já foi legalizado em muitos países. Algumas pessoas ainda insistem em dizer que não existe questão moral nenhuma envolvida no suicídio assistido, na clonagem humana e na destruição de embriões humanos em nome da pesquisa de células-tronco. O assassinato e a mentira passaram a ser aceitos como norma. Essa falência moral ameaça as próprias bases da nossa sociedade.

A Negação da Verdade Objetiva e de Seus Padrões

A negação da revelação divina da verdade resultou na conclusão de que não existe uma verdade objetiva que seja válida para toda a humanidade. Cada indivíduo seria capaz de determinar por si mesmo o que é a verdade. Assim sendo, aquilo que é verdade para uma pessoa não é, necessariamente, verdadeiro para outra. A verdade passou a ser algo subjetivo e relativo.

A racionalização nos levou à conclusão de que não há padrão objetivo pelo qual uma pessoa seja capaz de avaliar se algo está certo ou errado. Agora ninguém mais pode dizer legitimamente a outra pessoa que algo que ela está fazendo é errado. Seguindo essa racionalização, nunca se deve dizer a outra pessoa que seu modo de vida é errado, mesmo que, vivendo dessa maneira, ela possa morrer prematuramente. Também não será permitido que alguém diga a um adolescente que o sexo não deve ser praticado antes do casamento. Afinal de contas, ninguém tem o direito de impor seus conceitos de certo ou errado sobre os outros.

Satanás ofereceu a bruxaria, o espiritismo, o satanismo, outras formas de ocultismo, a astrologia, o misticismo oriental, os conceitos da Nova Era, as drogas, algumas formas de música e outros substitutos demoníacos para preencher o vazio espiritual e fazer com que as pessoas sejam influenciadas por ele.

Essa negação da verdade objetiva e do padrão objetivo de certo e errado é propagada através de uma “redefinição de valores” promovida por escolas, por universidades, pela mídia, pela internet, por várias publicações, por alguns tipos de música e pela indústria do entretenimento como um todo. Algumas universidades, inclusive, já adotaram uma política que abafa qualquer expressão do que é certo ou errado por parte de seus alunos e professores. Esse tipo de atitude resulta em censura e intolerância.

A negação da verdade objetiva e dos padrões objetivos de certo e errado motivaram alguns a defenderem que os pais devem ser proibidos de bater nos filhos quando estes fizerem algo que os pais acreditam ser errado.

A Redefinição da Tolerância

Isso tudo também resultou em um movimento que visa forçar a sociedade a aceitar um novo conceito de tolerância. A visão histórica da tolerância ensinava que as pessoas de opiniões e práticas diferentes deveriam viver juntas pacificamente. Cada indivíduo tinha o direito de acreditar que a opinião ou prática contrária à sua estava errada e podia expressar essa crença abertamente, mas não podia ameaçar, aterrorizar ou agredir fisicamente aqueles que discordavam dele.

Porém, a tolerância passou por uma redefinição. O novo conceito diz que acreditar ou expressar abertamente que uma opinião ou prática de uma pessoa ou de um grupo é errada equivale a um “crime de ódio” e, portanto, deve ser punido pela lei. Grupos poderosos estão pressionando o Congresso americano, por exemplo, para fazer com que esse novo conceito torne-se lei. Isso ocorrerá se for aprovado o que passou a ser conhecido como “lei anti-ódio”. Uma vez que nos EUA já existem leis contra ameaças ou prejuízos físicos causados a pessoas ou grupos de opiniões e práticas distintas, é óbvio que o objetivo desse projeto é tornar ilegal a liberdade de crença e de expressão. Se esse projeto for aprovado, os EUA passarão a ser mais um Estado totalitário, comparado àqueles que adotaram a Inquisição e o comunismo. [Tendências semelhantes se verificam na maior parte dos países ocidentais – N.R.]

Já que o mundo foi levado a acreditar que não há verdade objetiva válida para toda a humanidade e nenhum padrão objetivo que sirva para verificar se algo está certo ou errado, cada vez mais defende-se a idéia de que todos os deuses, religiões e caminhos devem ser aceitos com igualdade. Por isso, todas as tentativas de converter pessoas de uma religião para outra devem ser impedidas e as afirmações de que existe apenas um Deus verdadeiro, uma religião verdadeira e um único caminho para o céu são consideradas formas visíveis de preconceito. O pluralismo religioso está se tornando lugar-comum hoje em dia.

Se não há nenhum padrão objetivo para determinar o certo e o errado, então qual base uma sociedade ou um indivíduo pode usar para concluir que matar é errado? Isso incluiu os assassinatos praticados por médicos que fazem abortos ou os massacres provocados por psicopatas em escolas e em lugares públicos? Pois, talvez alguns desses atos violentos sejam resultantes do fato de seus autores terem concluído que, se não existe um padrão objetivo para determinar o que é certo e o que é errado, para eles é correto assassinar.

Se essa espécie de lei anti-ódio for aprovada, ela terá conseqüências drásticas. As pessoas que virem esse tipo de lei sendo posta em prática acreditarão que esse é o caminho correto. Mas, durante as campanhas eleitorais e nas sessões legislativas, os políticos poderão fazer acusações uns aos outros ou dizer que as ações dos seus oponentes são erradas?

O Desejo de Unidade

A negação da revelação divina da verdade gerou uma crescente convicção de que o objetivo da humanidade deve ser a unidade. O Manifesto Humanista II diz:

Não temos evidências suficientes para acreditar na existência do sobrenatural. Trata-se de algo insignificante ou irrelevante para a questão da sobrevivência e satisfação da raça humana. Por sermos não-teístas, partimos dos seres humanos, não de Deus, da natureza, não de alguma deidade.[1]

O argumento prossegue:

Não somos capazes de descobrir propósito ou providência divina para a espécie humana... Os humanos são responsáveis pelo que somos hoje e pelo que viermos a ser. Nenhuma deidade irá nos salvar; devemos salvar a nós mesmos.[2]

À luz do pensamento de que a salvação da destruição total depende da própria humanidade, o Manifesto continua:

Repudiamos a divisão da humanidade por razões nacionalistas. Alcançamos um ponto na história da humanidade onde a melhor opção é transcender os limites da soberania nacional e andar em direção à edificação de uma comunidade mundial na qual todos os setores da família humana poderão participar. Por isso, aguardamos pelo desenvolvimento de um sistema de lei e ordem mundial baseado em um governo federal transnacional.[3]

Finalmente, o documento declara:

O compromisso com toda a humanidade é o maior compromisso de que somos capazes. Ele transcende as fidelidades parciais à Igreja, ao Estado, aos partidos políticos, a classes ou raças, na conquista de uma visão mais ampla da potencialidade humana. Que desafio maior há para a humanidade do que cada pessoa tornar-se, no ideal como também na prática, um cidadão de uma comunidade mundial?[4]

O assassinato de seres humanos parcialmente formados (aborto) já foi legalizado em muitos países.

A existência de instituições internacionais, como a Corte Internacional de Justiça e as Nações Unidas, os meios de transporte rápidos, a comunicação instantânea e a internacionalização crescente da economia fazem com que a formação de uma comunidade mundial unificada pareça ser possível. O tremendo aumento da violência, incluindo a ameaça de terrorismo que paira sobre todo o mundo, pode levar a civilização a uma governo mundial unificado em nome da sobrevivência.

A Deificação da Humanidade

A negação da revelação divina da verdade criou uma tendência em deificar-se a humanidade. Thomas J. J. Altizer, um dos teólogos protestantes do movimento “Deus está morto” da década de 60, alegava que, uma vez que a humanidade negou a existência de um Deus pessoal, ela deve alcançar sua auto-transcendência como raça, algo que ele chamava de “deificação do homem”.[5] O erudito católico Pierre Theilhard de Chardin ensinava que o deus que deve ser adorado é aquele que resultará da evolução da raça humana.[6]

Com tais mudanças iniciadas com a negação da revelação divina, Satanás está seduzindo o mundo para que caminhe em direção à unificação da humanidade. Ela ocorrerá quando todos estiverem sob um governo mundial único que condicionará o planeta a aceitar seu líder político máximo, o Anticristo, o qual terá poderes únicos e alegará ser o próprio Deus. (Renald E. Showers - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

Notas:

  1. Humanist Manifesto II, American Humanist Association [www.americanhumanist.org/about/manifesto2.html].
  2. Idem.
  3. Ibidem.
  4. Ibidem.
  5. John Charles Cooper, The Roots of The Radical Theology, Westminster, Philadelphia, 1967, p. 148.
  6. Idem.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, agosto de 2002.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Porque é que o peixe é um símbolo cristão?




O peixe foi um símbolo muito importante na vida dos primeiros cristãos. Surgiu na época da formação das primeiras comunidades cristãs. Quando se deu o ínicio das perseguições aos cristãos pelo Império Romano e outras religiões da época, que tinham o intuito de acabar com o cristianismo. Mas os seguidores de Jesus Cristo não cederam as ameaças, mesmo estando sempre sobre constantes perseguições, pressões e geralmente risco de vida, eles continuaram a confessar sua fé em Cristo, reunindo-se, ensinando e vivendo os mandamentos que Jesus havia dito. Devido as constantes perseguições, e morte de muitos cristãos, essas pessoas necessitavam, de um símbolo que identificasse sua fé, sem coloca-los em perigo, criando assim o símbolo estilizado de um peixe, ICHTHYS em grego (ΙΧΘΥΣ), que era gravado nos locais onde iriam acontecer as próximas reuniões e usado como um sinal secreto de fé. Este símbolo foi escolhido porque a palavra peixe em grego é um acróstico (são formas textuais onde a primeira letra de cada frase ou verso formam uma palavra ou frase). As letras da palavra Ichtys (Iota, Chi, Teta, Epsilon e Sigma) constituíam um acrónimo para Iesus Christus Theou Yicus Soter, "Jesus Cristo Filho de Deus Salvador".



Iesus ****** Jesus

CHristus ****** Cristo

THeos ****** Deus

Yios ****** Filho

Soter ****** Salvador



Assim, para que um cristão identificasse um outro cristão, ele desenhava um arco na areia. Se a outra pessoa era cristã, desenhava o arco ao contrario, formando assim, o desenho de um peixe, assim sabendo então que os dois eram cristão. Com o passar dos anos a figura de um peixe, associou-se ao cristianismo. Esta foi a maneira que os cristãos daquela época utilizaram para continuar se encontrando, testemunhando e proclamando a fé que eles tinham em Jesus Cristo e resistindo as perseguições do Império Romano, sendo também uma forma de avisar todos os fiéis sobre onde seriam as próximas assembleias.



Também eram usados outros símbolos, como o Alfa e o Ómega (primeira e última letras do alfabeto grego, em referência ao fato de Cristo ser o princípio e o fim de todas as coisas), a âncora (representando a salvação da alma chegada ao bom porto) e o "Bom Pastor", a representação de Cristo como um pastor com as suas ovelhas, mas o peixe foi sem dúvida o símbolo mais usado pelos cristãos até à adopção da cruz.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

***PERGUNTA SEM RESPOSTA***

(Hebreus. 2:3)...Como escaparemos nós, se descuidarmos de tão grande salvação?



Há muitos anos atrás, um Pregador galês, homem de Deus, começando seu sermão debruçado sobre o púlpito, disse com ar solene:

“Amigos, Eu tenho aqui uma questão a perguntar”.

Eu não posso respondê-la.

Vocês não podem respondê-la.

Se um anjo do céu estivesse aqui, não poderia respondê-la.

Se um demônio do inferno estivesse aqui, não poderia respondê-la.


Um silêncio sepulcral reinava.

Todo olhar se mantinha fixo no orador.

Ele prosseguiu. “A pergunta é esta”:

Como escaparemos nós, se descuidarmos de tão grande salvação?
(C. H. Spurgeon)

Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, veio ao mundo para nos oferecer o maior presente que poderíamos ganhar neste mundo.

Ele veio resgatar-nos das trevas espirituais em que vivíamos, de um estado de perdição irremediável e nos fazer caminhar, iluminados pela Sua Palavra, em direção à salvação
eterna.


E se não atentarmos para a salvação em Cristo? Para onde iremos?

Que caminho seguiremos?

Que certeza poderemos ter de que chegaremos ao porto desejado?

Ao lermos o que escreveu o autor da Carta aos Hebreus, nosso coração se enche de fé e regozijo porque não precisamos estar inquietos com a resposta a tal pergunta.

Nós estamos caminhando ao lado de Jesus Cristo, não queremos de forma alguma nos afastar de Sua presença e procuraremos estar, dia e noite, com a vida espiritual colocada em Seu altar.

Não precisamos estar preocupados se escaparemos porque não negligenciamos a graça redentora do Senhor que nos ofereceu, com grande amor, a salvação e a vida eterna através de Seu sacrifício na cruz do Calvário.

A Ele queremos render louvores e glorificá-lo em todas as nossas atitudes.

Você está se preocupando com a pergunta do texto bíblico de hoje?

Deixe o Senhor habitar em sua vida e não precisará respondê-la.


Créditos: José Carlos Solrac (jcmsolrac@uol.com.br)


segunda-feira, 13 de julho de 2009

Deus Pode me Julgar? - Mark Driscoll

Vídeo do pastor norte-americano Mark Driscoll da igreja Mars Hill pregando sobre o julgamento divino. Tudo começa com a questão principal que uma pessoa enviou a este pastor. Muito interessante e bom para evangelismo. Se a legenda não aparecer, clique na seta no canto direito do vídeo.


Acusado de Assassinato


Conta uma antiga lenda que na Idade Media um homem muito religioso
foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade,
o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro
momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro
assassino.


O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca.

Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas
chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte,
simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que
provasse sua inocência.

Disse o juiz:

- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte
nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra
INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos
papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu
destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas
em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não
existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída.

Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois
papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou
alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante
da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a
atitude do homem.

- "Mas o que você fez?" E agora? Como vamos saber o seu veredicto?"

- "É muito fácil", respondeu o homem. "Basta olhar o outro pedaço que
sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário."

Imediatamente o homem foi liberado.

MORAL DA HISTORIA:

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o
último momento. Deus está sempre conosco, basta que o aceitemos.
Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída - COM JESUS AO
NOSSO LADO. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar.
Persista, pois eu estamos torcendo por você. Vá em frente apesar de
tudo e de todos, creia que existe um DEUS FIEL E PODEROSO.


Extraído do site: http://www.idbpa.net/